
É isto que significa a desigualdade de rendimentos na América, e porque é que o fosso entre os muito ricos e toda a gente está a ficar cada vez maior. Segundo um estudo recente, a remuneração dos CEOs é agora 295 vezes superior à remuneração de um trabalhador típico. Em 1965, a diferença era de 20 vezes. Temos de criar uma economia que funcione para todos, e não apenas para o 1% do topo.