
Penso que, embora seja verdade que Hillary Clinton e eu votámos de forma diferente sobre a guerra no Iraque, o importante é aprender a lição da guerra no Iraque. E essa lição é intrínseca à minha política externa, se eu for eleito presidente: os Estados Unidos não podem fazer tudo sozinhos. Não podemos ser a polícia do mundo. Neste momento, creio que gastamos mais em defesa do que os oito países seguintes juntos. Temos de trabalhar numa coligação forte com as grandes potências mundiais e com os países muçulmanos que estejam preparados para se levantar e enfrentar o terrorismo.